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Você já ouviu falar das polêmicas pirâmides humanas do Japão?


Você já deve ter visto ou até participado da formação de uma pirâmide humana – aquelas em que as pessoas se equilibram umas sobre as outras para compor uma espécie de torre feita de pessoas –, certo? Comuns em várias partes do mundo, no Japão elas recebem o nome de Kumitaiso e, de acordo com o pessoal do site Oddity Central, essas estruturas se tornaram motivo de polêmica por lá.

Acidentes e lesões

Segundo o Oddity Central, a prática de formar as pirâmides humanas era incentivada nos colégios para motivar o trabalho em equipe entre os estudantes, bem como a resistência física, mas acabaram se transformando em competições organizadas pelas escolas do país. Com isso, as estruturas começaram a se tornar cada vez mais altas e a contar com um número maior de participantes, o que por sua vez, vem resultando em uma elevada ocorrência de acidentes, fraturas e lesões.

O que acontece é que, conforme as torres se tornam maiores e mais complexas, os alunos que ficam na base ou nas camadas mais baixas acabam tendo que suportar mais peso. Todos os anos, muitos praticantes de kumitaiso acabam se ferindo e, só entre janeiro e agosto deste ano, mais de 50 casos foram registrados só na cidade de Kobe. Aliás, levantamentos apontaram que o número de estudantes lesionados anualmente em todo o Japão passa de 8 mil.

(Fonte: Oddity Central / Reprodução) 

Por conta disso, pais de alunos e médicos passaram a fazer campanhas e a organizar petições para que a prática de kumitaiso seja banida das escolas – ou para que que a altura máxima seja regulamentada, pelo menos –, e algumas cidades já aderiram à iniciativa, proibindo ou impondo limites às formações. No entanto, as competições incentivam a construção de pirâmides cada vez maiores e numerosas, e os professores de ginástica, além de estimular a rivalidade entre os colégios, muitas vezes optam por ignorar os riscos envolvidos para ver seus times vencer. E você, caro leitor, o que opina?





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As jornalistas da Globo apresentaram telejornais vestidas de vermelho em homenagem à soltura de Lula?


Será verdade que nos dias 08 e 09 de novembro de 2019 todas as apresentadoras dos telejornais da Globo apareceram vestidas de vermelho em homenagem ao Lula?

A colagem de fotos surgiu nas redes sociais depois do dia 09 de novembro de 2019, algumas horas após o discurso feito pelo ex-presidente Lula no ABC, em São Paulo. Nela podemos ver sete apresentadoras e jornalistas da TV Globo vestindo roupas na cor vermelha e o texto que acompanha a colagem afirma que as repórteres teriam feito isso em homenagem ao PT e à soltura de Lula.

Será que isso é verdade ou mentira?

Texto que acompanha a colagem de fotos que também foi bastante compartilhada através grupos do WhatsApp: “Todas de vermelho essa semana. Coincidência?”. Em outras versões, o texto afirma que as profissionais teriam usado vermelho ontem! (foto: reprodução/Facebook)

Verdade ou mentira?

Como o texto não especifica quando foi o “ontem” ou quais são os dias da semana nos quais elas teriam se vestido com essa cor, vamos supor que se trata do dia 08, dia esse em que o ex-presidente Lula saiu da prisão, em Curitiba (PR). Para não restar dúvidas, vamos supor também que a afirmação estaria falando do dia 09 (que foi quando Lula chegou em São Paulo).

Reprodução/WhatsApp

Em primeiro lugar, a cor vermelha pode até ser associada ao PT (e ao comunismo, e ao Lula etc), mas não é uma cor exclusiva do partido. Portanto, usar vermelho não significa necessariamente uma homenagem a esse ou a aquele político. Mesmo assim, vamos analisar essa história direitinho!

Analisando as imagens

1 – A jornalista que aparece na foto número 1 é a Sandra Annenberg apresentando o Jornal Hoje. Acontece que ela não é mais a âncora do telejornal desde o dia 14 de setembro de 2019. Como podemos ver abaixo, sua despedida à frente do Jornal Hoje foi feita ao vivo no dia 13 de setembro de 2019:

No dia 08 de novembro de 2019, o Jornal Hoje foi apresentado por Maju Coutinho e no dia 9, sábado, por Zileide Silva (que estava de roxo).

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 – t.me/efarsas

2 – A Maju Coutinho não  apresentou o Jornal Nacional no dia 08 e nem no dia 09. Na sexta-feira, William Bonner e Ana Paula Araújo apresentaram o Jornal Nacional e no sábado a apresentação ficou por conta de Matheus Ribeiro e Larissa Pereira. Essa foto da Maria Julia Coutinho que espalharam na web é de 20 de julho.

3Isabela Leite, da GloboNews, estava fazendo uma reportagem no dia 8 mostrando uma operação da Polícia Federal. Como podemos ver em uma postagem dela em seu perfil do Instagram, ela não estava de vermelho:

4Delis Ortiz estava usando preto na sexta-feira (dia 08) e não trabalhou no sábado. Podemos perceber que na foto que espalharam na web ela estava com o cabelo mais comprido.

5 – Outra que não trabalhou no sábado foi a garota do tempo Jacqueline Brazil e no dia da saída do Lula da cadeia (dia 08) ela estava de rosa. 

6Fernanda Ubaid faz seu trabalho em Bauru e também não estava de vermelho no dia 8. Usou um vestido no Bom Dia Cidade e uma calça preta e camisa branca no TEM Notícias 1ª edição:

Foto: Reprodução/TV Tem

No sábado, a jornalista não trabalhou e a foto que mostra ela de vermelho é de alguns meses atrás, num dia frio (como podemos ver, ela está usando roupa com mangas e um cachecol).

7 – Essa foto é da Andreia Sadi, que não participou da cobertura do Lula saindo da cadeia e mesmo que tivesse, usou rosa no dia 8. No sábado, de acordo com a Rede Globo, ela não trabalhou. A imagem que espalharam dela pode ser do dia 14 de junho ou 25 de julho, quando ela usou essa mesma roupa.

Conclusão

Nenhuma das profissionais mostradas nas fotos espalhadas na web vestiram roupas com a cor vermelha no dia 08 e tampouco no dia seguinte!





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‘Negro Matapacos’: o cachorro ícone dos protestos no Chile


O cachorro Negro Matapacos ficou conhecido em 2010 durante os protestos pela educação em Santiago, no Chile. Ele acompanhava os estudantes desafiando os canhões de água e gás lacrimogênio, e atacando ou latindo furiosamente para os policiais. A imagem de Matapacos em uma bandana vermelha ficou famosa por todo o Chile durante os mais recentes protestos políticos no país e diversos artistas compartilham suas obras com a figura do cachorro.

O cachorro alcança status de herói no Chile

A fama de Negro Matapacos segue em ascensão, alcançando níveis inimagináveis de apelo popular. Uma petição no Change.org já alcança mais de 20 mil assinaturas com o pedido que uma estátua do cachorro substitua a estátua do General Baquedano, comandante chefe do exército chileno na Guerra do Pacífico no fim do século XIX, na praça que leva o nome do militar.

(Fonte: Facebook / Reprodução)

Muitos cartazes levam frases como “Estai presente” (“Está presente”) e o tratam como um santo padroeiro dos manifestantes. Matapacos morreu de velhice há cerca de dois anos, mas sua imagem revolucionária permanece viva entre os militantes nas ruas de Santiago.





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Após notícia de demissão, Regina Duarte participa de protesto que ataca a Globo


A atriz Regina Duarte é um dos nomes mais conhecidos da TV no Brasil. No entanto, ela acabou passando por uma situação inusitada nesse final de semana. Tudo porque a veterana decidiu participar de um protesto político em um dos pontos mais movimentados do país, a Avenida Paulista, no estado de São Paulo. 

O protesto aconteceu neste sábado, 9 de novembro e, entre outras coisas, manifestantes criticavam a TV Globo. A participação da atriz no protesto ocorre dias após o colunista Léo Dias, do jornal O Dia, colocar o nome de Regina Duarte como um dos possíveis a serem demitidos pela emissora nos próximos dias.

A Globo, vale lembrar, nos últimos dias, acabou sendo criticada por Bolsonaro e pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que deixou a prisão na semana passada.  A emissora foi detonada pelos apoiadores de Jair Bolsonaro que se manifestavam no local e Regina precisou tomar uma atitude. Ela estava em cima do caminhão de som do movimento Nas Ruas e se pronunciou.   

Em meio aos protestos com a Globo, que foi chamada até de lixo pelos manifestantes, Regina surpreendeu e defendeu a emissora, garantindo que o canal é bem mais do que o seu jornalismo. “Gente, pelo amor de Deus. Essa é uma empresa que tem uma história. E tem uma programação que não é só o Jornal Nacional, que não é só determinados…“, disparou, mas os manifestantes não quiseram ouvir. 

A Globo, vale lembrar, garante que o seu jornalismo não tem bandeiras e que a maior prova disso é que lados tão antagônicos continuem a atacando. 





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