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Humor

Mulher tinha quatro abelhas vivas no olho


Uma mulher de Taiwan tinha quatro abelhas, vivas, no olho esquerdo. Identificada pelo apelido He, a mulher só não ficou cega porque estava a usar lentes de contacto.

Hong Chi Ting, o oftalmologista do Hospital Universitário Fooyin (em Kaohsiung) que tirou as quatro abelhas do olho da paciente, explicou que a mulher nunca chegou a coçar o olho por recear estragar as lentes.

Caso o fizesse, iria muito provavelmente ‘irritar’ as abelhas, levando-as a produzir veneno… e deixando He cega.

As abelhas entraram para o olho da mulher quando esta limpava algumas sepulturas de familiares, no cemitério.

Inicialmente, He pensou tratar-se de poeira, evitando coçar o olho para não estragar a lente de contacto. Porém, como o inchaço não diminuía, procurou ajuda hospitalar.

“Chocado”, Hong Chi Ting descobriu o que parecia ser uma pata de inseto.

“Ela não conseguia fechar completamente os olhos”, explicou o oftalmologista, em declarações à BBC.

“Observei pelo microscópio e vi algo preto que parecia uma pata de inseto. Peguei na pata e, muito devagar, tirei-a. Foi quando vi outra, e outra e outra”.

Para surpresa do especialista, as quatro abelhas (com cerca de quatro milímetros) que retirou do olho de He “ainda estavam intactas e vivas”.

As abelhas eram da espécie Halictidae, conhecidas como ‘abelhas do suor’, por procurarem o suor e as lágrimas de humanos, devido à riqueza de proteínas.

“São abelhas que normalmente não atacam as pessoas, mas que gostam de beber suor”, concluiu Hong.

He encontra-se a recuperar, enquanto as abelhas foram enviadas para um centro de investigação de insetos.





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Humor

Cerca de 80% dos casos de diabetes são diagnosticados sem suspeita clínica prévia


Cerca de 80 por cento dos casos de diabetes são diagnosticados sem qualquer suspeita prévia, segundo as conclusões preliminares de um estudo hoje reveladas pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma).

A assinalar hoje o Dia Mundial da Diabetes, a Apifarma recorda que as análises clínicas integram uma longa cadeia de cuidados que vai desde a identificação precoce da predisposição genética até à monitorização dos tratamentos prescritos aos diabéticos.

Para sensibilizar a opinião pública para a importância das análises clínicas e do diagnóstico precoce, a Apifarma Diagnósticos – comissão que representa o conjunto das empresas que desenvolvem atividade na área dos Dispositivos Médicos para Diagnóstico ‘in vitro’ – está a conduzir o estudo “A Relevância dos Resultados das Análises Clínicas para o Diagnóstico e Gestão Clínicos – Contributo para a Diabetes”, com o Centro de Investigação Sobre Economia Portuguesa (CISEP) e sob coordenação de Carlos Gouveia Pinto.

Os resultados preliminares indicam que os meios de diagnóstico aportam um triplo benefício: primeiro clínico, ao dotarem os médicos de informação de suporte à decisão – cerca de 66 por cento das decisões clínicas são influenciadas pelos resultados das análises; segundo económico, ao permitirem poupanças resultantes de melhores decisões por parte dos prestadores de cuidados de saúde; e por último qualidade de vida dos doentes, ao permitirem comparar os resultados de diferentes terapêuticas.

O estudo, que integra um painel de especialistas de Medicina Geral e Familiar com larga experiência no acompanhamento de doentes diabéticos, indica que em cerca de 80 por cento dos casos o diagnóstico laboratorial positivo da Diabetes foi feito sem existir qualquer suspeita clínica prévia.

As primeiras conclusões indicam que o contributo do Diagnóstico ‘in vitro’ para a prevenção das complicações crónicas da Diabetes varia entre os 35 por cento (no caso do pé diabético e no acidente vascular cerebral isquémico) e os 80 por cento (no caso da doença renal diabética). No caso da doença cardiovascular isquémica, o valor situa-se nos 45 por cento.

Este contributo, designado Fator Atribuível (FA), foi avaliado tendo em conta medidas preventivas das complicações da diabetes, como os rastreios para a retinopatia e a neuropatia diabética, o exame dos pés e o controlo de outros fatores de risco cardiovascular como a hipertensão arterial e o tabagismo, por exemplo.

O estudo indica ainda que cerca de 65 por cento dos doentes com diabetes tipo 2 realizam Automonitorização da Glicemia Capilar (AMG), cerca de 20 por cento dos quais atuam de acordo com os resultados da AMG.

Na avaliação do controlo metabólico (glicémico), no contexto dos cuidados de saúde primários, o doseamento da hemoglobina glicada A1c é realizado em média duas vezes por ano e influencia a modificação/intensificação terapêutica e a consequente melhoria do controlo glicémico em 75 por cento das situações com controlo glicémico.

O estudo, cujos resultados serão apresentados integralmente no primeiro trimestre de 2020, dedica ainda um capítulo aos benefícios económicos do controlo da diabetes que permitirá calcular os custos evitados apenas com a diminuição dos internamentos e tratamentos em ambulatório, resultantes do controle da glicemia na diabetes tipo 1 e tipo 2, independentemente da medicação utilizada.

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal é o país da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença.

Estima-se que a diabetes afete 13,3 por cento da população com idades entre os 20 e os 79 anos, das quais 44 por cento desconhecem ter a doença. Diariamente são diagnosticados com diabetes em Portugal cerca de 200 novos doentes. Os dados sugerem que a doença afete mais de um milhão de portugueses, enquanto a “pré-diabetes” afetará cerca de dois milhões (Estudo Prevadiab 2009).

O Programa Nacional para a Diabetes estabelece como metas evitar que 30.000 pessoas com maior risco de ter diabetes venham a ter a doença; que 30 mil pessoas que têm a diabetes saibam que têm a doença; diminuir em 5 por cento o número de pessoas com diabetes que morrem antes dos 70 anos.

Instituído pela International Diabetes Federation (IDF) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em resposta à crescente prevalência da diabetes no mundo, o Dia Mundial da Diabetes foi adotado pelas Nações Unidas no âmbito de um movimento a que foi dado o nome Unidos pela Diabetes, em 2006.



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Bolsa de Tóquio abre a perder 0,07%


A bolsa de Tóquio abriu hoje a descer, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,07 por cento, para 23,303.26 pontos.

Por sua vez, o segundo indicador, o Topix, recuou 0,14 por cento, nas primeiras transações do dia, situando-se nos 1,698.00.

O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.



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Humor

O Bando estreia “O Purgatório” no Teatro Nacional D. Maria II


O Bando estreia, na quinta-feira, na sala Garrett, do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, a peça “Purgatório”, segunda estação do projeto “A Divina Comédia”, a partir da obra homónima de Dante Alighieri (1265-1321).

A versão para palco estabelece-se entre um solitário e aqueles que observa, pessoas cansadas de andar, num percurso interminável, sem destino. Tem por base a tradução de Sophia de Mellho Breyner Andresen, com dramaturgia de Miguel Jesus.

Iniciado em 2017, por O Bando, coletivo com sede em Palmela, o projeto “A Divina Comédia” abriu então com a estreia de “Inferno”, e terminará em 2021, com “Paraíso”, a última estação da obra do político e poeta florentino, do século XIV, dito “il sommo”, o primeiro e maior poeta da língua italiana.

A confrontação entre “um solitário, um estranho indigente que acredita na humanidade mas não acredita nas pessoas”, refugiado num lugar “a ver passar” aqueles “que se cansam de andar de um lado para o outro”, sem que saibam para onde vão, é o núcleo do drama de “Purgatório”, explicou João Brites, diretor da companhia e encenador da peça, à agência Lusa.

Em “Purgatório”, destaca, o destino não é definitivo. “Há aqui uma passagem. Estão todos em trânsito, todos a tentar redimir-se das suas culpas”.

Para o projeto foi “determinante” o trabalho que o maestro Jorge Salgueiro tem desenvolvido ao longo dos últimos dois anos com o Coro Setúbal Voz, grupo amador, composto por 64 elementos – dos quais, 44, rotativamente, entram em cena. Jorge Salgueiro, também cooperador de O Bando, é responsável pela música e direção musical da peça.

Vergílio (Fernando Luís), Dante (Nélson Monforte), Sara Belo (Beatriz) e Rita Brito (Matilde) são os quatro atores para as quatro principais personagens.

Num palco com a mesma estrutura metálica da cenografia de “Inferno” – por onde continuamente passa uma multidão de pessoas –-, aparece Vergílio, “subentendendo-se” que já acompanhou a crise de algumas dessas pessoas e que “as ajuda a ir mais além”.

Vergílio, porém, “já está cansado de servir de guia, de se ocupar dos que não conseguem avançar e, portanto, hesita muito antes de mais uma vez ficar cativo”, antes de aceitar alguém “de quem tem de cuidar”, sublinhou João Brites.

Recuperando a ideia de Dante, nesta peça Vergílio acompanha Dante até uma fase seguinte, que culmina no encontro com Beatriz, com a multidão (Coro) e com “uma espécie de enviada” de Beatriz, Matilde.

Matilde é como “uma Beatriz mais terrena”, que tenta fazer com que Dante “aceite um ritual de rejuvenescimento, para recuperar o caminho até um estádio diferente”, disse o encenador à Lusa.

Três dias é quanto dura a viagem representada no espetáculo dividido em nove partes, ao longo do qual a personagem-autor de “A Divina Comédia” se confronta com outros tantos pecados que têm significados paralelos.

Na encenação, deu-se primazia à voz, à palavra e ao ver, enfatizou João Brites. A ideia foi “conseguir conciliar géneros de representação diferentes”, e que, desse “efeito de estranheza, resultasse coerência”, observou.

Daí a escolha de Nélson Monforte para Dante, “uma espécie de ‘personagem de espasmos’, que parece pouco realista e um pouco desequilibrado (quando temos sempre aquela ideia de Dante filósofo e grande escritor)”, a de Fernando Luís para Vergílio, personagem com “um registo mais realista, mais consentâneo com uma personagem mais verosimilhante”, exemplificou.

Matilde é “mais sarcástica”, acrescentou João Brites. E Beatriz começa por se ver muito dificilmente ao longe e materializa-se, sobretudo, “numa voz que tem ressoadores ancestrais”, configurando-se numa “imagem imaterial que nunca se sabe se se confunde com a própria morte”, acrescentou.

Beatriz é aliás quem conduz Dante a ver-se a si próprio ao espelho, obrigando-o a ver-se como um ser igual aos outros. Porque Dante, que dizia ser o orgulho o seu principal pecado, só consegue continuar o caminho quando reconhece ser “ninguém”.

“Purgatório” é uma peça onde os planos de compreensão estão muito focados nos olhos – “daí que, na multidão [coro], haja os espantados, os míopes, os vesgos, os cegos, os de olhos vedados”. A ideia é privilegiar a relação com “o olhar, o ver”, com a compreensão “como dizia o Saramago”, com “o entender-se os pecados”, frisou João Brites, aludindo a “O Ensaio sobre a Cegueira”.

Além da participação “extraordinária” do Coro Setúbal Voz – pela entrega, pela qualidade vocal e não apenas por ser um coro coreografado, segundo o encenador -, João Brites considerou que “Purgatório” será mais “percetível” por parte do público do que a peça anterior do ciclo, “Inferno”.

Não apenas pela dramaturgia “excelente” de Miguel Jesus, mas porque em “Purgatório”, ao dar-se primazia “à voz, à palavra”, o verbo “adequa-se mais àquilo que se vê; torna-se mais credível”, argumentou Brites.

Em “Purgatório”, João Brites procurou estabelecer a “personagem intermédia de cada um”, “naquilo que é a sua sombra cénica, naquilo onde cada um mais se encontra como artista, porque [o ator] não constrói um outro ser”, ainda que construa sempre uma personagem, frisou.

No processo, é também a importância da voz que o compositor Jorge Salgueiro sublinha. Se o espaço cénico de “Inferno” era dominado por instrumentos de corda (violinos, violoncelos, contrabaixos e violetas, sobretudo), o de “Purgatório” é dominado pela voz, disse à Lusa o maestro, adiantando que os instrumentos de sopro dominarão a terceira parte do projeto, “Paraíso”.

Em “Purgatório”, a voz eleva-se, sugerindo os “coros de anjos” que Dante idealizou na sua obra, disse Jorge Salgueiro. Têm sobretudo a ver com o facto de “Purgatório” ser um “espaço em trânsito”, explicaram encenador e diretor musical. E, ao apelarem a modos antigos, quase se consegue ouvir uma banda sonora contemporânea da obra de Dante.

Criado por O Bando, com o Coro Setúbal Voz, “Purgatório” é uma coprodução do Fórum Municipal Luísa Todi, da Câmara Municipal de Setúbal e do Teatro Nacional D. Maria II, e integra-se nas comemorações do centenário de nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Com cenografia de Rui Francisco, desenho de luz de Nicolas Manfredini, coralidade de Juliana Pinho, desenho de som de Miguel Lima e figurinos e adereços de Clara Bento, “Purgatório” pode ser visto na sala Garrett até 24 de novembro, com récitas à quarta-feira e sábado, às 19:00, à quinta e sexta-feira, às 21:00, e, ao domingo, às 16:00.

“Paraíso”, a última estação de O Bando sobre “A Divina Comédia” de Dante, não tem ainda local ou data definidos para a estreia, por não haver ainda um coprodutor, disse à Lusa João Brites.



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